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Canal do Panamá; Colombia & as Ilhas ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao)! Entre praias de águas cristalinas, cidades coloniais cheias de história e a travessia do Canal do Panamá, esta é uma viagem que combina natureza, cultura e engenharia como poucas no mundo.
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A Seabourn vai contar com equipas de expedição de 21 especialistas em cada viagem da temporada 2026-2027 à Antártida, a bordo do Seabourn Venture e do Seabourn Pursuit.
Biólogos marinhos, investigadores, naturalistas, historiadores e líderes de expedição acompanharão os passageiros, ajudando a interpretar as paisagens, a vida selvagem e a história do Continente Branco.
Para quem considera um cruzeiro à Antártida, este acompanhamento é uma parte relevante da experiência. Além de observar um glaciar ou identificar um animal, os passageiros terão a oportunidade de perceber os processos que moldam aquele território e conhecer o contexto das regiões visitadas, tanto durante as atividades no exterior como nas sessões a bordo.
As equipas reunirão profissionais com experiência na Antártida e na Patagónia, em áreas que vão da conservação à geologia e às ciências ambientais. O conhecimento será partilhado através de desembarques, passeios em embarcações Zodiac, apresentações e conversas com os passageiros ao longo de cada viagem.
Da biologia marinha à história das expedições polares
A composição das equipas procura reunir diferentes perspetivas sobre o mesmo destino. Enquanto os especialistas em vida selvagem ajudam a compreender os animais observados e os seus habitats, os profissionais ligados à geologia e às ciências ambientais explicam as características das paisagens e dos ecossistemas.
A história polar também fará parte deste acompanhamento. Num destino associado a grandes viagens de exploração, os historiadores poderão enquadrar os locais visitados e partilhar histórias das expedições que contribuíram para o conhecimento da Antártida.
Entre as credenciais dos membros das equipas encontram-se ligações a organizações de investigação e conservação, incluindo o GLACIARIUM, um dos maiores museus dedicados aos glaciares. Há também profissionais com experiência de apoio a navios de investigação antártica, estudos sobre mamíferos marinhos e programas de educação oceanográfica em diferentes regiões do mundo.
Segundo a Seabourn, a seleção destes especialistas tem em conta o conhecimento das respetivas áreas, a experiência em expedições e a capacidade de comunicar com os passageiros. Esta última vertente tem uma aplicação prática: tornar temas científicos e históricos acessíveis durante a viagem, relacionando-os com aquilo que está a ser observado.
Aprender durante os desembarques e os passeios de Zodiac
O trabalho das equipas não ficará limitado às apresentações a bordo. Os especialistas acompanharão os passageiros nos desembarques e nos passeios de Zodiac, pequenas embarcações utilizadas nas atividades de expedição, proporcionando explicações diretamente nos locais explorados.
A observação de vida selvagem será uma das oportunidades para esse contacto com os especialistas. Identificar um animal é apenas o primeiro passo: o acompanhamento permite acrescentar informação sobre o seu comportamento e a relação com o ambiente em que vive.
O mesmo acontece com os glaciares e outras paisagens antárticas. As explicações sobre as forças que os moldam ajudam a dar significado ao cenário observado, aproximando a experiência de viagem dos temas estudados pelos investigadores e naturalistas.
O programa incluirá ainda sessões informativas diárias, palestras educativas e conversas em ambiente informal. Estão também previstas excursões opcionais de caiaque, acrescentando outra forma de explorar o destino à programação das expedições.
O conhecimento continua a bordo
Os membros das equipas participarão igualmente no Seabourn Conversations, o programa de enriquecimento a bordo da companhia. Estas sessões darão continuidade aos temas abordados nas atividades no exterior e permitirão aprofundar conhecimentos ao longo do cruzeiro.
Robin West, vice-presidente de Expedições da Seabourn, destaca precisamente o papel dos especialistas na forma como os passageiros vivem o destino. Segundo o responsável, o conhecimento, o entusiasmo e as experiências pessoais partilhadas pelas equipas estão entre os elementos que os passageiros mais valorizam nestas viagens.
Identificar vida selvagem a partir de um Zodiac, explicar a formação de um glaciar ou recordar uma expedição histórica são alguns dos exemplos apontados pelo responsável. São intervenções que ligam aquilo que se vê ao conhecimento acumulado sobre a região.
Para a temporada 2026-2027 do Seabourn Venture e do Seabourn Pursuit, é essa ligação entre exploração e aprendizagem que a companhia pretende reforçar. Para os passageiros, o interesse está na possibilidade de descobrir a Antártida com acompanhamento especializado e regressar com uma compreensão mais aprofundada das suas paisagens, dos seus ecossistemas e da sua história.
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