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Canal do Panamá; Colombia & as Ilhas ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao)! Entre praias de águas cristalinas, cidades coloniais cheias de história e a travessia do Canal do Panamá, esta é uma viagem que combina natureza, cultura e engenharia como poucas no mundo.
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Apesar de todo o crescimento e popularidade que o mercado dos cruzeiros tem hoje em dia, a crise económica está a afectar todo o sector do turismo, incluindo até as grandes companhias de cruzeiros. É o caso da italiana MSC Cruzeiros, que afirmou recentemente, em declarações feitas em La Spezia, Itália, que a companhia não vai encomendar qualquer navio até a situação económica não estabilizar.
Sendo esta uma companhia italiana, e dado que a Itália está em crise soberana e atingida por vários planos de austeridade, a companhia prefere não entrar novamente no mercado de encomendas de novos navios, centrando a sua atenção apenas nos seus itinerários e na apresentação de serviços de excelência para todos os seus passageiros.
A companhia tinha anunciado recentemente que detinha um plano de expansão para o sector de cruzeiros, estando já em vigor há alguns anos o que tinha levado à aquisição e introdução de um navio novo por ano no mercado, com um total de 11 navios desde o ano de 2004. Havia ainda uma previsão para a introdução de uma nova classe na companhia, para 2015, com paquetes de 315 metros e cerca de 2000 cabines cada, conseguindo assim chegar até outro tipo de passageiros e alargando o conceito de MSC Yacht Club.
Contudo, a recepção do MSC Preziosa, que está já em construção, está prevista para Março de 2013 e nada aponta para que a data seja alterada. No entanto, Gianluigi Aponte afirmou que a companhia espera que a crise económica não afecte demasiado o mercado de cruzeiros, conseguindo assim levar a cabo o seu plano de expansão que há muito estava estabelecido, mesmo que tenha que ser pausado durante alguns meses.
Apesar de não existirem grandes pormenores destas mudanças de planos, o que se sabe é que a companhia prevê não encomendar ou adquirir outros navios, enquanto a Itália se encontrar na situação económica actual, permitindo assim que os próprios passageiros possam aproveitar o que de melhor o grupo tem para oferecer actualmente.
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