Um dia muito importante para o próximo navio da indústria de cruzeiros ocorreu esta segunda-feira, 14 de junho, quando a Royal Caribbean International marcou o início da construção do seu primeiro navio da Classe Icon. No estaleiro finlandês Meyer Turku, realizou-se a cerimónia do corte da primeira peça de aço do revolucionário navio, Icon of the Seas.
Participaram da cerimónia Richard Fain, Presidente e CEO do Grupo Royal Caribbean; Michael Bayley, Presidente e CEO da Royal Caribbean International; e Tim Meyer, CEO da Meyer Turku. Esta é a primeira etapa de uma jornada de vários anos até o navio estar concluído e a etapa que dá início oficial ao próximo capítulo da Royal Caribbean como líder em projetos de navios inovadores e na construção de um futuro de energia limpa.
Com inauguração no Outono de 2023, o Icon será o primeiro de três navios da companhia movido a GNL (Gás Natural Liquefeito). O GNL e as aplicações ambientais adicionais deste navio de última geração, como o Recolha de Energia em Terra, aumentarão a eficiência energética e reduzirão a pegada de carbono. Mais detalhes sobre as novas tecnologias ambientais do Icon serão revelados numa data futura.
“Assumimos o nosso compromisso em tornar a energia limpa em alto mar uma realidade, quando a Classe Icon foi anunciada pela primeira vez em 2016 e estamos muito animados para ver a construção a evoluir, neste que será realmente um navio diferente de qualquer outro”, disse Michael Bayley, Presidente e CEO da Royal Caribbean International. “Temos décadas de trabalho na conservação dos oceanos, eficiência energética e melhoria contínua e que será evidente no Icon. Estamos ansiosos por revelar a todos os nossos hóspedes mais recursos inovadores que a nossa equipa está a guardar, conforme estes vão ganhando forma . ”
A Royal Caribbean já é conhecida por décadas de trabalho na vanguarda da eficiência energética e redução de emissões por meio de tecnologia como a lubrificação do ar, que envia bilhões de bolhas microscópicas ao longo do casco de um navio para reduzir o atrito, e sistemas avançados de recuperação de calor residual que transformam o desperdício de calor em energia extra, de até 3 megawatts, para ajudar nas operações do navio.
O uso de tais tecnologias, incluindo GNL, resultará em emissões ainda mais reduzidas em geral, praticamente zero dióxido de enxofre e partículas, e uma redução significativa na produção de óxidos de nitrogénio.