- Facebook5
- WhatsApp0
- Messenger0
- Newsletter
- 5PARTILHAS
Caraíbas! Uma grande viagem. Daquelas que sabem a verão mesmo em outubro. Um lugar onde o azul tem muitos tons, as praias parecem irreais e o ritmo abranda naturalmente. Nesta viagem de grupo vamos viver as Caraíbas da forma certa.
Ver Programa
As notícias relativamente ao Costa Concordia nunca deixam de aparecer. Se durante muito tempo falamos sobre o estado da remoção do navio, com todas as características associadas e todos os cuidados que as empresas iriam ter para preservar o meio, hoje trazemos uma notícia um pouco mais grave e que certamente trará muitos problemas para a companhia.
Agora com a remoção dos destroços do navio, certamente que vão ser esclarecidas muitas dúvidas que existiam relativamente ao que levou ao acidente. Um dos objectivos seria mesmo a análise ao sistema de gravação de dados do barco, conhecido por VDR (Voyage Data Recorder), o equivalente às caixas negras dos aviões. Estes sistemas são praticamente obrigatórios à navegação do navio, no entanto os investigadores descobriram agora que o mesmo estava avariado desde o dia 9 de Janeiro, lembrando que o acidente ocorreu a 13 de Janeiro, significa que durante 4 dias não há qualquer registo e dificilmente se saberá exactamente o que aconteceu.
A tripulação do navio já foi contactada e depois de muitos testemunhos e emails trocados, foi confirmado que a avaria só foi detectada um dia depois desta ocorrer, porém a sua reparação estava agendada para o dia 14, um dia depois do acidente ter ocorrido. Este pequeno erro fez com que os registos do navio estejam limitados até ao dia 9 de Janeiro, o que em termos práticos significa que não há gravações e registos do que se terá passado para o Costa Concordia ter encalhado ao largo de Giglio.
Agora a questão remete-se ao tipo de acusações que os responsáveis da Costa Cruzeiros podem sofrer, já que segundo as normas de navegação é impossível que um barco possa zarpar sem que todos os instrumentos de navegação estejam em perfeito estado. O próprio comandante do navio no momento do acidente, Francesco Schettino, continua sob um regime de prisão domiciliária até ao momento.
Segundo as mesmas fontes que afirmam a avaria 4 dias antes do sistema de gravação presente a bordo, o navio viajava com as portas de fecho hermético abertas e com mapas náuticos que não tinham uma aprovação prévia, o que em termos práticos vai contra todo o tipo de normas que existem no momento.















Muito bom site