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Experiências MSC Cruzeiros

4 Coisas que aprendi no meu Cruzeiro às Ilhas Gregas (com duas noites imperdíveis em Istambul)

Acrópole, Atenas
4 Coisas que aprendi no meu Cruzeiro às Ilhas Gregas (com duas noites imperdíveis em Istambul). Veja a reportagem e tudo o que fiz nos respetivos portos: Atenas, Santorini, Kusadasi, Limassol, Rodes e Mykonos.

Como sabem regressei há pouco tempo de um Cruzeiro às Ilhas Gregas a bordo do MSC Musica.

Este cruzeiro faz um itinerário muito interessante. Embarque em Atenas e escalas em Santorini, na Grécia, Kusadasi, na Turquia, Limassol, no Chipre, Haifa, em Israel e, finalmente, Mykonos, na Grécia, antes do regresso a Atenas.

Infelizmente, a escala em Haifa foi cancelada, devido aos acontecimentos em Israel, e foi substituída por Rodes, na Grécia, um porto que, de nenhuma forma, desiludiu.

Este cruzeiro fazia parte do nosso programa para cruzeiros de grupo de 2023 e contemplava ainda 2 noites em Istambul antes do cruzeiro e 1 noite em Atenas, que foram muito bem aproveitadas, com excursões e tempo livre para explorar estas magníficas cidades.

Mas antes, gostava de partilhar algumas coisas que aprendi, e que muitos de vocês me perguntam. Uma delas é sobre o tempo. Como vai estar o tempo em Outubro no Mediterrâneo?

1) Outubro é um bom mês para um Cruzeiro às Ilhas Gregas

Em Mykonos

Não é fácil responder, até porque o clima não é uma ciência exata, mas este cruzeiro de final de Outubro – saímos a 20 para regressarmos a 30 de outubro – deu para tirar algumas conclusões.

Já tinha estado nesta zona anteriormente e tinha sentido sempre bom tempo, no entanto, com um ou outro dia mais fresco e até alguns chuviscos.

Não foi o caso este ano. Tivemos, durante os 10 dias de viagem, um tempo excecional com temperaturas sempre a rondarem os 25, 30 graus, e mesmo à noite, nunca esteve desagradável.

Esteve tão bom que tivemos a oportunidade de fazer praia em Rodes, e também em Mykonos, estando, no entanto, a temperatura da água mais fresca do que em pleno verão no Mediterrâneo.

Portanto, mesmo em Outubro, o clima tem sido bom nos meus cruzeiros. Não significa que é sempre assim, mas a minha aposta, é que em Outubro, ainda vai apanhar bom tempo no Mediterrâneo.

2) As Ilha Gregas continuam com demasiados turistas

5 navios em Santorini

Mesmo no final de Outubro, Santorini, Mykonos e mesmo Atenas, estavam cheias de turistas.

Em Santorini e Mykonos o turismo continua muito massificado, e mesmo nesta altura do ano, os turistas estão em níveis elevadíssimos. Números que não são muito diferentes de outras cidades europeias, como Barcelona, Roma ou Paris. A título de exemplo, na baía de Santorini estavam fundeados 5 navios, 4 deles bem grandes.

Façamos as contas a 2500 pessoas a sair em cada um deles, facilmente se chega a 10 mil pessoas pelas ruas estreitas de Fira e Oia, os principais destinos para os turistas de navios de cruzeiro. Tendo em conta que o desembarque se faz por tenders para o pequeno e antigo cais, e que para subirmos temos que ir num teleférico, ainda mais preocupante é.

Há alternativas, sim. Subir nos pobres burros, ou subir a pé por passeios mal cheirosos e escorregadios. Podemos ainda apanhar um ferry para outro porto, mais perto de Oia, e explorar a pequena vila a partir daí.

E no que diz respeito às preocupações ambientais, ter 5 navios na baía de Santorini, com os motores (obviamente) ligados, e sem a capacidade de obter energia de terra, é fácil constatar a poluição causada nesta zona. É urgente, de facto, limitar o número de navios, como tem sido feito nalgumas cidades europeias.

3) Os navios mais antigos ainda têm o seu encanto

Teatro MSC Musica

É verdade…. e já me esquecia disso. Tenho navegado essencialmente em navios recentes, modernos e com alta tecnologia e devo dizer que estes são os meus favoritos.

O MSC Musica é um navio com 17 anos – foi inaugurado em 2006 -, mais pequeno, mas mesmo assim, muito acolhedor e confortável. O teatro é lindíssimo e os espetáculos são razoavelmente bons.

Tem restaurantes temáticos e o restaurante principal tem um design diferente dos novos, que são mais abertos no seu salão principal. O buffet, no deck 15, sem grande variedade gastronómica, é que me pareceu muito pequeno para a capacidade deste navio. Mesmo com lotação reduzida o buffet estava sempre cheio às horas de ponta, e não imagino como seria se o navio estivesse cheio!

Para saber mais sobre o MSC Musica, consulte o site da MSC Cruzeiros seguindo esta ligação.

Devido à anulação da escala em Haifa, Israel, o navio encontrava-se a praticamente a metade da sua lotação. O que por um lado foi ótimo, já que a maior parte dos espaços nunca esteve verdadeiramente congestionado, e refiro-me aos bares, ao teatro, ao balcão da receção e até à zona das piscinas.

Ao nível dos camarotes não há nada de relevante a apontar. Ficamos num exterior com bastante espaço e boa arrumação. O quarto de banho era igualmente espaçoso, só foi pena a cabine do chuveiro ter uma cortina em vez de uma porta de vidro.

4) Istambul merece uma visita mais prolongada

Istambul

Que cidade vibrante! A minha primeira vez em Istambul foi, de facto, memorável e ficou nitidamente a vontade de voltar com mais calma, para sentir melhor esta cidade cosmopolita e cheia de vida.

A dica aqui é ficar na cidade velha, sítio das principais atrações e onde se pode visitar muitos monumentos e restaurantes a pé. É aqui que ficam a bela Mesquita Azul e a Basílica de Santa Sofia, dois dos mais importantes marcos de Istambul.

O nosso Programa começou em Istambul

✅ Istambul, Turquia

Santa Sofia, Istambul

Cidade vibrante de dia e de noite!

Começamos a nossa aventura pela cidade mais conhecida da Turquia. Duas noites é muito pouco para conhecer Istambul, mas deu para sentir a sua alma numa mistura de povos, sabores e cheiros.

Mesquita Nova, Istambul

Situada entre a Ásia e a Europa, dominada pelo Estreito do Bósforo, optamos por ficar na cidade velha, a dois passos da Mesquita Azul e da Basílica de Santa Sofia, as duas mesquitas mais conhecidas de Istambul.

Hagia Sophia, como também é conhecida, é uma maravilha arquitetónica que foi originalmente construída como uma basílica cristã há quase 1500 anos, ainda a cidade era governada pelo Império Romano e se chamava Constantinopla.

Desde 2020, é uma mesquita, por ordem do presidente Recep Erdogan – antes era um museu -, apesar da sua origem ser bizantina, e é um dos marcos mais reconhecíveis de Istambul, local de grande significado religioso e cultural.

Mesmo ao lado da Hagia Sofia, encontra-se a Mesquita Azul, outra das inúmeras atrações de Istambul. Para entrar na Mesquita Azul, assim como no resto das mesquitas da cidade, deve usar roupa apropriada e tirar os sapatos antes de entrar. As mulheres devem ter os ombros e os cabelos cobertos.

Não são as únicas, já que a cidade tem mais de 3 mil mesquitas, alguma delas maravilhosas obras arquitetónicas, da qual destaco a Mesquita Nova, sobranceira ao porto.

A parte velha da cidade é onde melhor se conhece a alma de Istambul, percorrendo as suas ruas íngremes e estreitas repletas de belos restaurantes, bares e esplanadas, todas nas imediações da praça das mesquitas.

✅ Santorini, Grécia

Santorini

Depois de sair de Atenas, o MSC Musica chegou a Santorini, uma das ilhas mais famosas, principalmente por oferecer alguns dos pôr do sol mais deslumbrantes do mundo.

Santorini é um dos ex-líbris da Grécia, conhecida pelas suas vistas espetaculares, com casas brancas e igrejas de cúpulas azuis empoleiradas nas falésias vulcânicas, criando uma paisagem única. Oia, em particular, é um local de destaque para assistir ao pôr do sol sobre o mar.

Em Santorini, dadas as limitações do cais, saímos nos tenders, como é habitual, ficando o MSC Musica fundeado ao largo. Mas para chegar a Fira, a capital da ilha, é necessário apanhar um teleférico, por cerca de 6€, mas altamente concorrido, ou subir a pé, num trajeto íngreme e extremamente cansativo até ao topo.

Dada as filas para o teleférico, e querendo evitar a subida a pé, optamos por uma terceira via, que foi apanhar um ferry diretamente para Oia. Por cerca de 30€ fizemos a curta viagem de 20 minutos até um cais próximo de Oia, onde um autocarro nos levou até ao topo da falésia. Daqui percorremos as ruas de Oia para um belo passeio por esta localidade, famosa, também, pelas suas casas brancas e cúpulas azuis.

Depois de Oia, e ainda incluído no bilhete do ferry, fomos de autocarro até Fira, a capital, para mais uma jornada pelas movimentadas ruas, repletas de restaurantes e esplanadas, intercaladas com hotéis e lojas luxuosas, apenas ao alcance de bolsas bem recheadas.

A descida de volta ao navio foi bem dura, diga-se. Para evitar, mais uma vez, o congestionado teleférico, foi feita a pé, por entre burros e outros passageiros que, com dificuldade, lá iam descendo, degrau a degrau, a longa calçada até ao cais.

Descer de burro custava 10€, mais caro que o próprio teleférico, mas é algo que estava (e estará) fora dos meus planos, pois não me parece correto o tratamento dado aos burros. Pena que outros turistas não pensem o mesmo, e lá iam descendo com a ajuda destes magníficos animais.

Entre Oia e Fira, estão as principais atrações. As ruas estreitas por entre as casas brancas vibram com os turistas que enchem as lojas de artesanato e os cafés e bares com esplanadas viradas para a baía de Santorini, local fantástico para fotos e uma boa conversa. Para quem pretende ficar mais uns dias na ilha a oferta hoteleira é vasta e quase todas para bolsas abastadas.

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✅ Kusadasi, Turquia

Éfeso, Kusadasi

Chegamos de novo à Turquia, depois dos dois dias em Istambul. Kusadasi é conhecida pelas belas praias e um refúgio para quem vive nas mais movimentadas cidades, como Istambul e Ancara, a capital.

Kusadasi é também a porta de entrada para a cidade antiga de Éfeso, que desempenhou um papel importante na história da antiguidade.

Hoje, Éfeso é um sítio arqueológico greco-romano razoavelmente bem preservado e uma atração turística popular onde podemos visitar as ruínas da cidade, incluindo o Grande Teatro, a Biblioteca de Celso, as praças públicas ou os banhos romanos.

Casa da Virgem Maria

Depois da visita a Éfeso subimos a colina até à Casa da Virgem Maria, que segundo a Bíblia, acredita-se que Maria tenha vindo para este local, após a crucificação de Jesus. É hoje um importante local de peregrinação.

De regresso ao Porto de Kusadasi ainda tivemos tempo para um passeio pela marginal e pelos bazares tradicionais para umas compras de “genuínas réplicas” – como eles anunciam – de relógios, carteiras e vestuário de marcas muito conhecidas e caras.

Devo dizer que as réplicas eram irrepreensíveis.

✅ Rodes, Grécia

Muralhas da Cidade Medieval

Neste dia chegamos a Rodes, na Grécia, mas devíamos estar em Haifa, Israel, numa excursão a Jerusalém. Por razões óbvias, este porto foi cancelado, com muita pena nossa, já que era um dos principais atrativos da temporada de verão do MSC Musica.

Sendo certo que as razões de segurança são as mais importantes, a MSC Cruzeiros decidiu trocar a escala para Rodes, na Grécia, e devo dizer que não desiludiu, muito pelo contrário!

Rodes foi fundada no século XIV pelos Cavaleiros Hospitalários de São João, uma ordem militar cristã que controlou a ilha durante a Idade Média. Tem uma história impressionante, com vestígios de civilizações antigas, incluindo gregos, romanos, bizantinos e otomanos.

Também conhecida como a “Cidade Velha de Rodes” ou “Cidade dos Cavaleiros“, foi fortificada pelos Cavaleiros Hospitalários que se estabeleceram aqui depois da expulsão da Terra Santa em 1309.

Foi para a cidade medieval que nos dirigimos, numa caminhada de 15 minutos desde o terminal de cruzeiros. Como é bom podermos sair do navio e simplesmente “entrar” pela cidade dentro, sem necessidade de autocarros, taxis, ubers ou excursões. Aqui, mesmo ao lado do porto, temos a cidade ao alcance de uma pequena caminhada. Já não se fazem portos assim…

Subimos pela extensa Rua dos Cavaleiros para visitarmos o impressionante Palácio do Grão-Mestre, que hoje, ainda abriga um museu com artefatos medievais. As entradas custam 10€ por pessoa e permitem visitar além do palácio, outros museus dentro da cidade medieval, atualmente Património Mundial da UNESCO e uma das mais bem preservadas.

Depois dos museus descemos pelas ruas estreitas e movimentadas para nos perdermos nas suas lojas de artesanato, vestuário, souvenirs e muitas esplanadas e restaurantes.

Quem visita Rodes sabe que viajará no tempo para a era dos Cavaleiros Hospitalários e terá uma experiência cultural e histórica única.

O Colosso de Rodes, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, era um dos orgulhos da ilha. A estátua, com 30 metros de altura, servia como porta de entrada para Rodes e, segundo historiadores, as pernas do colosso ligavam as margens do canal. Numa das mãos, havia um farol que servia para iluminar as embarcações  o céu noturno.

✅ Limassol, Chipre

Pafos, Chipre

É um dos portos mais importantes do Mediterrâneo Oriental e um popular destino turístico devido, sobretudo, às suas praias.

Limassol é a segunda cidade mais importante do Chipre e faz parte do itinerário regular do MSC Musica nesta região. Dada a escassa duração da escala neste porto, as excursões disponíveis não são abundantes.

Sendo assim, a MSC Cruzeiros disponibiliza um transfer até ao centro de Limassol por 8€ por pessoa, numa pequena viagem de cerca de 20 minutos.

Nós optamos por uma excursão a Pafos, conhecida pela sua rica herança histórica. A cidade alberga uma série de ruínas históricas, incluindo casas, teatros e mosaicos, como a Casa de Dionísio, sendo Património Mundial da UNESCO desde 1980.

As ruínas mais importantes são as Tumbas dos Reis, que apesar não ter nenhum rei sepultado, são impressionantes câmaras funerárias esculpidas na rocha, que datam do período helenístico e romano. O nome “Tumba dos Reis” deve-se à sua grandiosidade e ao facto de que as tumbas terem sido utilizadas para pessoas ricas e importantes da época.

Apesar do interesse arqueológico, as Tumbas pareceram-me algo degradadas, sendo mais interessante o Parque dos Mosaicos, muito mais bem preservado. Situado na Casa de Dionísio, os mosaicos cobrem o chão das residências romanas e datam do início do Império de Roma.

Os mosaicos retratam vários temas, incluindo cenas mitológicas gregas e romanas. Fica aqui o registo fotográfico.

✅ Mykonos, Grécia

Mykonos

Last stop but not least… Que é como quem diz: acabar o cruzeiro em grande.

Mykonos é conhecida pela sua beleza natural e vida noturna. As suas ruas singulares e casas caiadas de branco, fazem desta localidade uma das mais populares para todo o tipo de turismo, inclusive o de luxo.

Para quem visita a ilha pela primeira vez, não precisa de grandes roteiros. Basta sair do navio e deixar-se perder pelas ruelas cheias de vida, comércio, bares e restaurantes.

Mas tenha em atenção, muitas destas lojas e restaurantes cobram preços muito altos, não sendo por acaso a presença de marcas de luxo como Dior, Louis Vuitton, Chopard, entre muitas outras.

Se procurar bem, irá encontrar verdadeiras pechinchas no comércio e artesanato local, mas também na gastronomia grega, nos muitos estabelecimentos que existem pela cidade.

O MSC Musica chegou da parte da tarde à ilha, mas como o cais estava ocupado, tivemos que sair nos tenders até ao porto novo. Aqui, a MSC tinha um transfer disponível por 10€, que levaria os passageiros até ao porto antigo, mesmo no centro de Mykonos. Nós optamos por um serviço externo, em pequenos ferries, que fariam o mesmo trajeto por 4€, ida e volta.

Mais tarde, o navio acabaria por atracar no cais, o que nos possibilitou entrar sem necessidade dos tenders. O MSC Musica acabou por ficar até à meia-noite, permitindo aos passageiros passar o magnífico fim da tarde e noite em Mykonos.

Antes de irmos para o centro, saímos do navio e fomos a uma pequena praia, a 1 quilómetro do porto, para uns banhos nas águas (já) frescas do Mar Egeu. À noite, apanhamos o ferry, e em 15 minutos estávamos no centro de Mykonos para nos perdermos pelas ruas cheias de turistas.

✅ Atenas, Grécia

Atenas

Dia de desembarque do MSC Musica no Porto de Pireus, bem perto da capital da Grécia, Atenas.

Como não poderia deixar de ser, ainda tivemos tempo para uma breve city tour que contemplava passagens pela Praça Sintagma, onde fica a sede do governo, Estádio Olímpico, berço da atual tocha olímpica e, claro, visita à Acrópole de Atenas, um dos complexos mais visitados do mundo!

A subida a Acrópole é dura, principalmente para pessoas com mobilidade reduzida, mas vale bem a pena. Situada numa colina rochosa proporciona vistas de 360 graus para toda a cidade de Atenas.

No coração da Acrópole situa-se o Partenon, o templo dedicado à deusa Atena, a deusa padroeira da cidade de Atenas. Este templo é uma das estruturas mais emblemáticas da Grécia Antiga e é conhecido pela sua arquitetura clássica, incluindo as suas colunas dóricas.

Depois da Acrópole, descemos até ao Museu, um belo edifício com a impressionante coleção de artefatos e esculturas que foram encontradas nas escavações arqueológicas da Acrópole de Atenas.

O museu é muito grande e um dos pontos obrigatórios para quem gosta de História e da cultura grega, desde a Idade do Bronze até à Grécia dos períodos romano e bizantino.

No final tivemos um almoço típico, num dos mais antigos bairros de Atenas, o Plaka, repleto de restaurantes de gastronomia grega e lojas de artesanato.

Esta visita marca o final do nosso vasto programa de 10 noites para o Mediterrâneo!

Já estamos com saudades das maravilhosas Ilhas Gregas, das fantásticas cidades de Istambul e Atenas e do sol de outubro do Mediterrâneo Oriental.

Voltaremos…

 

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